Cidades
Professor � s� determina��o
Diferentemente da maioria dos pacientes, que se recusa a falar sobre a doença, Luzard Galvão Pereira Cândido, 31 anos, trata do assunto com naturalidade e está cada vez mais próximo de concluir o tratamento. Só faltam cerca de três meses. Durante os últimos oito, a família se uniu ainda mais, os amigos sempre estiveram presentes e a namorada seguiu firme ao lado dele em busca da cura. Depois de passar por cinco especialistas, sem que nenhum deles descobrisse que ele estava com a doença, foi durante uma crise, onde várias bolhas estouraram no corpo e uma febre quase o levou a uma convulsão, que o professor deu entrada no Hospital Geral do Estado (HGE) e uma médica residente, ao examiná-lo, proferiu o diagnóstico. ?Há dez anos, uma mancha esbranquiçada surgiu na minha panturrilha, mas como não me incomodava, não doía ou ardia, eu não procurei o médico. No ano passado, comecei a sentir fortes dores no corpo. Só fui diagnosticado por causa da grave crise que tive. Depois disso, comecei o tratamento no 2º Centro. Ao longo do acompanhamento, tive uma reação autoimune, cheguei a ficar internado 17 dias, mas hoje estou muito bem?, comemora o professor.