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Santa M�nica s� ser� reaberta ap�s fim de reforma

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Mesmo com a queixa dos familiares, que foram surpreendidos com a transferência dos bebês e suas mães, a situação da Maternidade Escola Santa Mônica, no bairro do Poço, em Maceió, está temporariamente definida. Com risco de terem a situação agravada em decorrência de problemas de infraestrutura e elétricos, mães e recém-nascidos foram transferidos para outras unidades da rede estadual de saúde. Ontem, em nota, o governo alagoano oficializou a transferência, ao tempo em que anunciou a interdição completa da maternidade. Segundo a nota, a Santa Mônica só reabrirá com o encerramento total das obras de reforma, iniciadas em fevereiro do ano passado e até agora inconclusas. Para interditar a maternidade, o governo abriu 20 leitos de UTI neonatal e cinco de mãe-canguru, no Hospital Geral do Estado (HGE), no bairro do Trapiche. A interdição exigiu ainda a contratação de salas e leitos na rede privada. No Hospital do Açúcar, o conhecido Usineiros, no bairro do Farol, o governo contratou salas de cirurgia, triagem, pré-parto e parto, dois leitos de UTI materna e 16 leitos de enfermaria, chegando a 30 leitos em 40 dias. Foram contratados ainda leitos nas maternidades Nossa Senhora da Guia e Nossa Senhora de Fátima. Referência na assistência de alto risco, a maternidade sofreu sérias avarias pouco menos de dois meses depois de reaberta, em dezembro. No último dia 18, durante as fortes chuvas que caíram na capital, parte do teto da sala de pré-parto desabou, inundando a maternidade. No dia seguinte, após curto-circuito na rede elétrica, o fornecimento de energia foi interrompido, o que aumentou o risco à saúde dos internos. A transferência foi coordenada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e a Universidade Estadual de Ciências da Saúde (Uncisal), em caráter de emergência. Com isso, garante o governo, os pacientes ?estão abrigados em segurança?.

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