Cidades
Cremal critica sucess�o de erros
No caso da superlotação das maternidades ? que segundo a Secretaria só ocorre na capital ?,esse problema ocorre não por falta de leitos suficientes, já que Maceió concentra 47% dos leitos de todo o Estado, mas porque as gestantes são enviadas para Maceió quando deveriam dar à luz nos seus municípios e regiões de origem, que também contam com um número de leitos suficiente. Em meio a tudo isso, a Santa Mônica passa por momentos difíceis. No dia 2 de fevereiro deste ano, a maternidade transferiu para as suas instalações 18 bebês que estavam, provisoriamente, na UTI do Hospital Universitário. No dia 19 do mesmo mês, uma queda de energia deixou a maternidade, cuja reforma ainda não havia sido concluída, no escuro. O problema afetou diretamente os bebês e as mães que estavam na unidade. Depois de cinco horas de tensão e desespero, a direção autorizou a transferência dos bebês para outros hospitais. Desde então, a Santa Mônica segue interditada. E como se a situação não pudesse piorar, na segunda-feira passada, a pequena Maria Vitória, de apenas 1 mês e 13 dias, transferida para o Hospital Geral do Estado (HGE) após a falta de energia, veio a falecer por causa de uma bactéria. A Sesau emitiu nota sobre o caso informando que a bebê já apresentava estado de saúde gravíssimo, pois, segundo a equipe médica responsável, era prematura e pesava pouco mais de um quilo. A direção da Santa Mônica assegurou que a criança recebeu assistência preconizada pelos órgãos de saúde enquanto esteve internada.