Cidades
Hist�ria da cidade tamb�m � afetada
Ainda que a Aliança Comercial de Maceió afirme que, aproximadamente, 85% das fachadas de prédios históricos do centro da capital estejam preservadas atualmente, nem mesmo os órgãos fiscalizadores sabem se a informação procede ou não. De acordo com o chefe da Divisão Técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Alagoas (Iphan/AL), Sandro Gama, isso se deve ao fato de que as zonas de proteção e preservação do patrimônio histórico cultural da cidade, com normas específicas presentes no atual Código Municipal de Urbanismo e Edificações (Lei 5.593/2007), não estão sendo fiscalizadas como deveriam ser. ?A desenfreada poluição visual que conseguimos perceber em toda capital é resultado da falta do planejamento e controle urbano. O mais contraditório disso tudo é que, apesar da existência de uma legislação municipal, esse tipo de problema ainda persiste nessas zonas?, explica Sandro Gama. Apesar de o Iphan cuidar e fiscalizar apenas os prédios tombados, a luta pela preservação dos monumentos com importância histórica também faz parte da rotina dos funcionários do órgão. Segundo a arquiteta da instituição, Joelma Farias, as fachadas originais, apesar de escondidas, ainda fazem parte da cultura histórica do Estado. * Sob supervisão da editoria de Cidades.