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Ind�stria vai pagar mais caro por g�s canalizado

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A Agência Reguladora de Serviços Públicos (Arsal) publicou, no Diário Oficial de ontem, a homologação das tarifas de fornecimento do gás canalizado distribuído pela Algás, para uso industrial. Em relação aos preços anteriores, houve um aumento nas tarifas de distribuição e comercialização do gás canalizado de 6,69% a 25,61%. Os novos valores, retroativos a 1º de janeiro, seguirão uma tabela em cascata, de acordo com o volume diário de consumo e diferenciada para atendimento a clientes com contratos e sem contratos. Segundo justificativa da Arsal, o reajuste deve-se à mudança de alíquota do PIS/Cofins, que passou de 3,65% para 4,65% e ao aumento no preço de commodity pela Petrobras, equivalente a 28,86%. No faturamento mensal, o cliente deverá pagar a Algás uma remuneração equivalente à multiplicação da quantidade de gás efetivamente retirada (QER) no período considerado pela tarifa aplicável na data do fornecimento, referente à quantidade média diária calculada a partir da QER. No faturamento semanal, o cliente deverá pagar a Algás uma remuneração equivalente à multiplicação da quantidade diária efetivamente retirada pela tarifa aplicável na do fornecimento. Os preços do gás natural referem-se aos valores para pagamento à vista, incluídos apenas PIS/Cofins, não inclusos outros tributos, impostos, contribuições e taxas federais, estaduais e municipais, royalties ou quaisquer outros encargos, ônus e obrigações existentes ou que venham a ser criados.

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