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Casa Maternal Denilma Bulh�es pode n�o reabrir

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ainda não sabe qual destino terá a Casa Maternal Denilma Bulhões, no Benedito Bentes. O espaço teve o atendimento suspenso e fechou, para uma possível reforma, no dia 1º de fevereiro deste ano, mas, desde então, nenhuma obra foi iniciada. Um estudo será feito, em breve, para verificar se ainda é viável manter a estrutura para a realização de partos normais. Até o fim de março, a promessa é que uma decisão seja tomada. O levantamento só poderá ser feito, conforme a SMS, assim que a Unidade de Saúde Hamilton Falcão, que funciona no mesmo local, tiver a reforma concluída. A previsão, dada pela Prefeitura de Maceió, é de que o prédio esteja pronto até abril. O calcanhar de Aquiles do município é o custo elevado por cada parto normal que era feito na casa maternal. Conforme revela a coordenadora de Saúde da Mulher da SMS, Suzângela Mendonça, cada procedimento valia R$ 14 mil aos cofres da prefeitura. O valor representa a soma de todas as despesas para dar suporte à gestante prestes a parir. ?O parto em si não chega a mil reais, mas o município precisa pagar os servidores e fazer a manutenção do serviço. O Ministério da Saúde (MS) só encaminha mil reais por cada parto. Na prática, a prefeitura paga treze mil reais do próprio bolso para realizar um parto natural em Maceió?, explica a coordenadora. Ela acrescenta que seria necessário um novo financiamento para reestruturar a casa maternal. A representante da secretaria considera o serviço prestado como importante, mas bastante dispendioso. Há possibilidade de o prédio ser reaberto com um objetivo diferente.

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