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Vigilantes paralisam as atividades em protesto

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Vigilantes de transporte de valores das empresas Brinks, Preserve e Prosegur cruzaram os braços, ontem, num ato de protesto pela falta de resposta das empresas às suas reivindicações. A manifestação reuniu dezenas de profissionais, em frente à sede da Prosegur, no bairro do Trapiche, em Maceió. Em plena data-base salarial, eles querem um índice de reajuste acima dos 7,78% oferecidos pelas empresas e a inclusão da jornada semanal de 44 horas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). A pauta de reivindicações foi encaminhada há um mês, e a redução da jornada é apontada como um dos itens mais importantes. ?Queremos trabalhar o mesmo número de horas que as demais categorias?, disse Mônica Lopes, secretária-geral do Sindicato dos Vigilantes de Alagoas. Segundo ela, a categoria trabalha de 6h às 22h, todos os dias, fazendo uma jornada de 192 horas mensais. A carga horária que reivindicam é de 44h semanais, somando 176 horas. ?Nossa carga horária é abusiva?, afirma Mônica Lopes, reclamando que os trabalhadores sofrem com jornadas exaustivas, que chegam até a 15 horas diárias.

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