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Morte por leptospirose � investigada

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A confirmação da suspeita de que a agente penitenciária Maria Sônia da Silva, 50 anos, teria morrido vítima de leptospirose, doença que lhe teria sido transmitida por alimento contaminado pela urina de ratos que circulam pelas entranhas do sistema prisional alagoano, depende do resultado do exame que o Laboratório Central de Alagoas (Lacen) deve divulgar na próxima sexta-feira, 10. Prestadora de serviço à Superintendência Geral de Administração Penitenciária de Alagoas (Sgap), Maria Sônia morreu à 1h da madrugada de domingo, num dos leitos do Hospital Escola Helvio Auto (HEEA), horas depois de ter sido levada por familiares ao Hospital Geral do Estado (HGE), no Trapiche. Antes da internação, ela teria dado plantão no Presídio Baldomero Cavalcanti, em Maceió. Maria Sônia já estava na UTI do HGE quando foi transferida ao Helvio Auto, especializado no tratamento de doenças infectocontagiosas. A suspeita dos familiares é que ela estivesse sofrendo as consequências da leptospirose, doença que lhe teria sido transmitida por meio da ingestão de pão supostamente contaminado pela urina de ratos que circulariam pela cozinha da unidade prisional. ?Ela trabalhou no plantão do último final de semana de março e lá comeu um pão. Ela mesmo relatou que viu ratos andando próximo da comida?, disse o esposo da agente, José Cícero Vicente Silvestre, em entrevista ao site de notícias G1. ?Faz é tempo que a gente denuncia à Secretaria de Defesa Social a falta de higiene em todo o sistema prisional. Além dos ratos, há gatos e até cachorros circulando pelos presídios. Falta higiene inclusive na cozinha do Baldomero?, diz Alan Leite, presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Alagoas (Sindaspen).

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