Cidades
DEMORA NOS PROCESSOS � ENTRAVE
Maceió possui várias casas de acolhimento. Quatro delas pertencem ao município. No entanto, elas não servem, atualmente, para adoção de crianças apenas. As que perderam, por algum motivo, o contato e o convívio familiar também são recebidas. Pela lei, esses abrigos servem como casas de passagem, enquanto há tentativas de encontrar um novo lar para os que foram abandonados. A coordenadora das unidades de acolhimento de Maceió, Eunice Novaes Régis de Moura Barros, explica que, desde 2013, os abrigos municipais tiveram um incremento financeiro e algumas carências foram supridas. Desde então, serviços voltados à saúde, educação, alimentação e manutenção com os profissionais vêm sendo mantidos. ?Funcionamos bem e alguns avanços ainda são necessários, a exemplo de uma melhor capacitação das equipes multidisciplinares?, explica. Ela reclama da morosidade nos processos de adoção e cita que a equipe técnica da Vara da Infância poderia ganhar um reforço para atender à grande demanda.