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Nº 5730
Cidades

Alagoanos estudam para o Enem

Horas de estudo, centenas de aulas, muitos livros e apostilas fazem parte da rotina de quem está na busca por uma vaga na universidade. Muita dedicação e empenho são necessários para a maratona de estudos que se intensifica à medida em que as provas vão s

Por | Edição do dia 24/05/2015 - Matéria atualizada em 24/05/2015 às 00h00

Horas de estudo, centenas de aulas, muitos livros e apostilas fazem parte da rotina de quem está na busca por uma vaga na universidade. Muita dedicação e empenho são necessários para a maratona de estudos que se intensifica à medida em que as provas vão se aproximando. Um dos testes mais disputados e aguardados é o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que serve de porta de entrada para mais de 150 instituições de Ensino Superior em todo o País, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A avaliação do governo federal tem ganhado cada vez mais importância em Alagoas. A partir deste ano, duas das principais universidades do Estado têm a prova do Enem como única forma de seleção. A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) já utiliza o sistema de seleção do MEC desde a sua implantação, em 2009. A recente adesão da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal) extinguiu o processo de seleção tradicional da instituição e o substituiu pelo Sisu. A Ufal disponibilizará 5.408 vagas em 111 cursos, em todas as suas unidades, para o ingresso em 2015. A Uneal oferecerá o mesmo número de vagas da última edição de seu vestibular tradicional. Serão 1080 vagas em 32 cursos de graduação, em suas unidades de Arapiraca, Santana do Ipanema, Palmeira dos Índios, São Miguel dos Campos, União dos Palmares e Maceió. As inscrições para o Enem começam amanhã, às 10h, e terminam às 23h59 do dia 5 de junho. As provas acontecem nos dias 24 e 25 de outubro. A estimativa do Ministério da Educação (MEC) é que mais de nove milhões de pessoas se inscrevam para realizar a prova. Uma delas será Luis Felipe Lopes Queiroz, jovem alagoano que tenta pelo terceiro ano consecutivo uma vaga na faculdade de Medicina. “Decidi no fim do Ensino Médio pela Medicina e, desde então, venho estudando com afinco atrás do meu objetivo. A meu ver, o que torna a prova do Enem peculiar é a fusão das disciplinas, é preciso saber controlar o tempo para poder resolver toda a prova, que, além de extensa, exige muito da capacidade de interpretação e intertextualidade”, explica. * Sob supervisão da editoria de Cidades.

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