app-icon

Baixe o nosso app Gazeta de Alagoas de graça!

Baixar
Nº 5731
Cidades

Professores do munic�pio decidem manter greve

A greve dos professores da rede pública municipal de Educação de Maceió está mantida, conforme decisão tomada na assembleia formada por duzentos profissionais, realizada na tarde de ontem, na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sin

Por | Edição do dia 28/05/2015 - Matéria atualizada em 28/05/2015 às 00h00

A greve dos professores da rede pública municipal de Educação de Maceió está mantida, conforme decisão tomada na assembleia formada por duzentos profissionais, realizada na tarde de ontem, na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal). As aulas estão suspensas desde o último dia 22 de abril, paralisando as atividades de 135 escolas que, juntas, atendem a cerca de 55 mil estudantes. “A greve está mantida até que os anseios da classe educadora sejam atendidos. Não temos nenhuma previsão de reunião com a prefeitura. As autoridades estão em completo silêncio em relação a nós”, afirmou, em discurso durante a assembleia, a presidente do Sinteal, Maria Consuelo. As principais reivindicações dos professores são o reajuste salarial de 13,01%, o cumprimento das metas do Programa Nacional da Educação (PNE), o pagamento das progressões por titularidade e tempo de serviço, além da reivindicação de melhorias na infraestrutura das escolas públicas. O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) determinou o fim da paralisação no mês passado, sob pena de multa diária no valor de R$ 10 mil para o sindicato que representa os professores, mas foi ignorado. A paralisação já se aproxima dos quarenta dias. A presidente Maria Consuelo afirmou que o Sinteal mantém o funcionamento de 30% das escolas e que os professores não terão descontos em seus salários referentes ao tempo parados. “Se houver qualquer tipo de desconto em folha, não haverá reposição das aulas perdidas. As escolas que estão funcionando continuarão atendendo aos alunos em sua totalidade”, explicou. Durante o ato, vários profissionais pediram a palavra para manifestar suas insatisfações e conclamar a classe pela manutenção da greve. Em sua maioria, os discursos traziam à tona vários problemas da rede pública de educação, como falta de infraestrutura, valorização da profissão, plano de carreira e aposentadoria. * Sob supervisão da editoria de Cidades.

Mais matérias
desta edição