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Nº 5731
Cidades

Vereador quer obras de arte em edifica��es

O Legislativo da capital alagoana demonstrou preocupação com a colocação de obras de artes visuais nas praças e edificações públicas e privadas com área superior a 1.000 metros quadrados. De acordo com a proposta do vereador Guilherme Soares (Pros), fica

Por | Edição do dia 31/05/2015 - Matéria atualizada em 31/05/2015 às 00h00

O Legislativo da capital alagoana demonstrou preocupação com a colocação de obras de artes visuais nas praças e edificações públicas e privadas com área superior a 1.000 metros quadrados. De acordo com a proposta do vereador Guilherme Soares (Pros), fica estabelecida a obrigatoriedade de colocação de obras de artes visuais em locais públicos a serem construídos em Maceió. Vitrais, pinturas, murais, relevos escultóricos ou outras formas de manifestações visuais, executadas por artistas alagoanos ou radicados em Alagoas há mais de cinco anos são objetivo da lei nº 6.433. Ao serem construídas ou reformadas, as praças públicas ou privadas devem ter o benefício da instalação de uma obra de arte cujo preço de mercado seja de até 0,1% do orçamento da construção. Um conjunto de prédios também se encaixa na legislação municipal. A exceção são hangares, galpões de depósitos, silos de armazenagem, edifícios-garagem e residências unifamiliares. No artigo segundo da lei, a exigência: a conservação será de responsabilidade do proprietário da edificação. Se estiver em logradouro público, a responsabilidade pelos cuidados é da prefeitura. Se tivesse sido criada alguns anos atrás, a municipalidade talvez não tivesse abandonado as obras de arte do alagoano Rogério Sarmento. Suas esculturas certamente não estariam enferrujando. A mais bela delas é o chapéu de guerreiro. Está fincada no canteiro central da Avenida Fernandes Lima, vizinha à Praça Centenário. Uma semana atrás, a Gazeta constatou seu completo abandono. Também carecem de manutenção periódica o bumba-meu-boi do bairro de Mangabeiras, a Pastora em cima do viaduto José Aprígio Brandão e o Pandeiro na Avenida Doutor Antônio Gomes de Barros. Reconhecidas mundo afora, as esculturas estão abandonadas. O descaso abriu espaço para a oxidação do ferro com o oxigênio. O fenômeno é popularmente conhecido como ferrugem.

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