Cidades
Traumas psicol�gicos s�o um problema nacional
Cícero Pereira pontua que a categoria está lutando para que cursos de treinamento de segurança pessoal sejam oferecidos aos oficiais e pelo porte de arma, que já se transformou em uma bandeira nacional. Por enquanto, o oficial tem direito ao porte, como qualquer cidadão, desde que procure a Polícia Federal (PF) e ingresse com um processo requerendo a liberação. ?Lutamos para que o porte de arma seja obrigatório a quem desempenhar a nossa função?, ressalta. Em nota, a Corregedoria-Geral de Justiça de Alagoas (CGJ-AL) reconheceu que, nos últimos anos, aumentaram consideravelmente os ajuizamentos de demandas e que a cúpula do Poder Judiciário tem total conhecimento que os servidores, de forma geral, estão exacerbados de serviços. ?Daí a necessária realização de concurso público para servidores de 1º Grau no Poder Judiciário?, diz a nota, acrescentando que o processo seletivo deve acontecer ainda neste biênio. A CGJ admite que os oficiais estão sujeitos à violência e que o porte de arma seria uma alternativa para dar sensação de segurança, até porque a PM não teria como dar o suporte em todas as diligências. ?Daí, a certeza da necessidade, muitas vezes, do Oficial de Justiça estar armado para sua própria segurança, logicamente precedendo-se de cursos e avaliações para o manuseio de armas, não se esquecendo do necessário porte obrigatório?, avalia.