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In�cio do ano letivo pode ser retardado

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O Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal) rebateu as declarações da secretária municipal de Educação, Ana Dayse Rezende, que afirmou não ver motivos para uma greve dos professores. Segundo a secretária jurídica do sindicato, Josefa da Conceição, são vários os motivos para a categoria manter a disposição de iniciar uma paralisação, o que implicaria um atraso no ano letivo de 2003. De acordo com Josefa, a secretária diz que se esforçou para atender à reivindicação da categoria de antecipar o pagamento do 13º salário de 2002. ?Afirmamos que não houve esforço da Semed, ao contrário. O que aconteceu foi uma mobilização dos servidores da educação pelo pagamento do 13º salário. Por isso, conseguimos essa vitória?. Josefa acrescentou que a pauta de reivindicações existe desde junho do ano passado. Entre elas, os trabalhadores da educação exigem o pagamento do salário dentro do mês trabalhado, caso contrário ameaçam não iniciar o ano letivo de 2003. ?Em setembro de 2001 fizemos uma greve e conseguimos fechar 100% das escolas do município. Com isso, conseguimos a garantia da descentralização dos recursos da educação, para não haver atraso no pagamento. Nós estamos enquadrados numa verba carimbada, que é o Fundef. Os recursos caem na conta da prefeitura todo dia 10, 20 e 30. Portanto, não se justifica o atraso no pagamento?, frisou a secretária jurídica do Sinteal. ?Existem, ainda, outros pontos pendentes, que foram acertados com a prefeita Kátia Born e a Semed, mas nunca cumpridos. Entre eles, o compromisso de que os aposentados seriam enquadrados na última faixa do Plano de Cargos e Carreira (PCC). Além disso, reivindicamos que o PCC do pessoal administrativo seja unificado com o dos professores?, salientou Josefa da Conceição. (CM)

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