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Sinteal pede que MPF apure origem de falsa cartilha

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O Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal) quer saber a origem dos boatos acerca de uma falsa cartilha sobre ideologia de gênero, que, supostamente, seria distribuída na rede de ensino da capital. Ontem, a direção da entidade sindical entregou um documento ao Ministério Público Federal (MPF), solicitando que o órgão investigue de onde partiu a falsa informação sobre a cartilha. ?O que houve foi um desvirtuamento da proposta do MEC [Ministério da Educação] a respeito da cartilha. Isso é um ato criminoso, que pode ser usado tanto para o bem quanto para o mal?, declarou a presidente do Sinteal, Maria Consuelo Correia. A suposta cartilha, amplamente divulgada nas redes sociais, e que conta com imagens e frases obscenas, seria destinada a crianças em idade escolar. A informação deixou os pais de alunos preocupados. O material faria parte do Plano Municipal de Educação (PME) de Maceió, que está passando por atualizações para se adequar às novas diretrizes do Ministério da Educação (MEC), aprovadas em junho, e para que as metas do município se ajustem às nacionais.

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