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Negocia��o n�o evolui e greve na Ufal � mantida

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A greve dos técnico-administrativos da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) vai continuar por tempo indeterminado. A categoria rejeitou em assembleia mais uma proposta apresentada pelo Fórum Nacional dos Servidores Públicos Federais, que pedia reajuste salarial de 19,7%. Os servidores reivindicam reajuste de 27,3% sobre os salários. A greve iniciada há dois meses envolve pelo menos 23 universidades no País. Além da suspensão de aulas, o movimento tem reflexo nos hospitais universitários vinculados ao Ministério da Educação. No HU de Maceió, por exemplo, a paralisação dos profissionais federais reduziu em dois dias a coleta no Banco de Sangue e provocou o fechamento da agenda de marcação de exames para pacientes externos. De acordo com a diretora-administrativa do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (Sintufal), Nadja Lopes, a proposta de reajuste formulada pelo Fórum não contempla as necessidades da categoria. ?Não queremos ser desrespeitados, pois o reajuste que desejamos está bem acima do proposto, e o percentual só corrige a inflação, sem falarmos no ganho real. Alagoas já rejeitou a proposta, e a tendência é que os outros estados sigam a mesma linha. Continuamos mobilizados para garantir nossos direitos?, explicou Nadja, acrescentando que os profissionais lutam pela aplicação do reajuste em 2016, e sem parcelamento. A pauta de reivindicações prevê a estruturação da carreira, com progressões consideradas justas pelos servidores, reajuste salarial, concurso público, implantação da data-base e melhores condições de trabalho.

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