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Falta de estrutura compromete servi�os, segundo sindicato

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O PAM, que em sua época áurea já chegou a atender em torno de 2 mil a 2.500 pessoas por dia, hoje, segundo Cícero Lourenço, ?não consegue prestar o serviço que a população de Maceió e de várias cidades do interior dispunham quando havia investimentos na unidade. Época em que funcionavam serviços de atendimento de controle e prevenção à DST [Doenças Sexualmente Transmissíveis]. Aids e pequenas e médias cirurgias. Nada disso existe mais?. Ontem, os corredores do PAM, que já viveram abarrotados, estavam praticamente vazios. O que o sindicalista não aceita, segundo diz, é a alegação de que os servidores pararam porque terão que trabalhar, a partir de agora, os dois horários, além de bater ponto. ?Como existe uma determinação do uso do ponto eletrônico, e nós defendemos a aferição por parte do trabalhador, não vemos problema nisso. O que não podemos é ser responsabilizados pela falta de respeito do município com o trabalhador e com o usuário do posto?, afirma Cícero Lourenço. Em meio à mobilização e à queda de braço que virou o assunto PAM Salgadinho, o Sindprev encaminhou ao Ministério da Saúde, à Controladoria-Geral da União, ao Departamento Nacional de Auditoria do SUS, à Promotoria Pública, à Defensoria Pública, à Defesa Civil e ao Corpo de Bombeiros relatório descrevendo toda a situação vivenciada por funcionários e os riscos para os usuários, já que, segundo Cícero Lourenço, há comprometimento da estrutura física do prédio.

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