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Cl�nicas para dependentes qu�micos t�m 1.074 internos
Atualmente, 1.074 pessoas, entre elas adolescentes, moças e rapazes, estão internadas em 36 clínicas para dependentes químicos, mantidas pela Secretaria Estadual de Prevenção à Violência. A maioria dos internos é homem. A informação é da superintendente da Rede Acolhe, assistente social Esvalda Bittencourt. A rede proporciona acolhimento voluntário a dependentes químicos que buscam recuperação. Eles são retirados do ambiente de consumo, tráfico e de violência. Diante do crescimento assustador de dependentes, foram montados dois centros de acolhimento: em Maceió, na Avenida Tomás Espíndola, 263, no Farol; e em Arapiraca, Rua Barão de Alagoas, 118, Alto do Cruzeiro. Segundo Esvalda, mais de 12 mil usuários de drogas receberam ajuda oficial para tentar se livrar da dependência química, do tráfico e da criminalidade entre 2010 e 2014. A Secretaria de Prevenção à Violência coordena a Rede Acolhe Alagoas. O programa conta com a participação de 36 comunidades acolhedoras, na verdade clínica de tratamento para dependentes químicos. O monitoramento dos internos é feito por psicólogos e assistentes sociais que atuam nas comunidades. O maior número de acolhidos é de dependente de crack.