Cidades
Greve continua por tempo indeterminado
Tanto os professores quanto os técnicos-administrativos da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) se reuniram, ontem, para analisar o movimento grevista. Nas duas categorias, a situação é praticamente a mesma, ou seja, não há perspectiva de volta ao trabalho sem que as lideranças nacionais do movimento sejam chamadas pelos gestores do Ministério da Educação (MEC). Os representantes do professores reclamam que as reivindicações dos docentes sequer foram analisadas pelo governo. ?Continuamos parados, aguardando uma reunião com o governo?, reafirmou, ontem, o diretor de política sindical da Associação dos Docentes da Ufal (Adufal), Antônio Passos. Enquanto aguardam, acrescenta ele, os integrantes do Comando Local de Greve discutem as questões específicas da própria Federal alagoana. Nesse sentido, Passos revela que está marcada para o próximo dia 4 uma audiência com o reitor da Ufal, Eurico Lôbo, com quem os docentes pretendem discutir de que forma a gestão vai enfrentar os problemas gerados pela redução das verbas federais. ?Os reflexos do corte de recursos em todas as unidades e o que a gestão vai fazer para enfrentá-los. É essa a pauta da audiência?, revelou o dirigente da Adufal.