Cidades
Ataques a coletivos t�m redu��o, mas traumas perseguem v�timas
Os assaltos praticados contra os cobradores do transporte coletivo teriam caído em 2015, quando comparados com o número de crimes praticados em 2014, motivo pelo qual a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários (Sinttro) também defende o avanço da bilhetagem eletrônica. ?Tentaram de tudo, mas não conseguiram acabar com a violência dentro dos coletivos. Atualmente, quem mais corre risco de morte são os cobradores. São o alvo dos ladrões, que invadem os coletivos e já pedem todo o dinheiro guardado no caixa?, avalia Sandro Régis de Oliveira, atual diretor financeiro do Sinttro. Em 2014, foram registrados 1.084 assaltos. Uma média de 90 ataques por mês. Pouco mais de três por dia, segundo dados oficiais. O governo comparou os 825 assaltos registrados de janeiro a agosto deste ano com o mesmo período do ano passado (550) e afirmou que houve redução de 34% desse tipo de violência. A média de ataques diários teria caído, nesse caso, de mais de três para pouco mais de dois por dia. À Gazeta, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) não confirmou em que bairros os crimes são mais frequentes. O Sinttro, por sua vez, revelou: a incidência é maior nos bairros de Bebedouro, Clima Bom e Jacintinho. ?A facilidade de fuga descendo pelas inúmeras grotas do bairro do Jacintinho seria a explicação para o elevado número de assaltos registrados na Rua Coronel Paranhos. Eles entram, atacam, pegam o dinheiro e desaparecem pelas escadarias de becos por onde não circulam automóveis?, revelou.