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Investiga��es j� foram iniciadas

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Desde ontem à noite, integrantes do Segundo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa), com sede no Recife, estão em Maceió para apurar as causas da queda do helicóptero. Pelos próximos dias, três membros do grupo, coordenado pelo coronel José Roberto Mendes da Silva, vão tentar esclarecer o acidente. Os trabalhos foram iniciados ontem mesmo, em busca de informações relevantes no local e com agentes envolvidos com a manutenção da aeronave. O comandante do Grupamento Aéreo de Alagoas, coronel André Madeiro, já adiantou que nenhum contato da tripulação foi feito com o controle de voo, no aeroporto de Maceió, e somente os elementos encontrados no local poderão ser usados pelos investigadores. ?A primeira pergunta que fiz aos controladores do aeroporto foi se um contato foi feito relatando algum tipo de emergência. Mas, nada aconteceu. A tripulação alçou voo por volta de 11 horas da manhã, do aeroporto, com destino à Santa Lúcia. No meio do caminho fez um procedimento de simulação de pouso no Aeroclube, mas ganhou altitude novamente e, ao fazer a curva a esquerda, caiu?, relatou André. Ele explica que o simulado pode acontecer em ocasiões em que o piloto julgue necessárias para avaliar condições de tempo e/ou para receber instruções de voo. Ele acredita que, se a tripulação estivesse com uma pane, certamente o piloto já tentaria pousar ali mesmo. Já o coronel José Roberto adiantou que esses modelos de helicóptero não possuem caixas-pretas ou qualquer equipamento que grave os diálogos entre os pilotos e os controladores de voo. Somente as aeronaves mais modernas e comerciais possuem a exigência para ter os aparelhos, que acabam sendo fundamentais nas investigações de acidentes aéreos. Porém, o investigador acredita que vários fatores podem motivar tragédias assim, a exemplo de manutenção inadequada, operação frustrada da aeronave (falha humana, instrução equivocada, treinamento e gerenciamento de cabine errados), ou algum tipo de ação equivocada de emergência, além de padrões inadequados na execução do projeto da própria aeronave.

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