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Sinteal cobra 13� sal�rio de monitores

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Os monitores da Secretaria de Educação do Estado esperam, hoje, o parecer do procurador Márcio Guedes sobre o direito ao 13º salário do ano de 2002. Segundo a professora Jô Conceição, da diretoria do Sinteal, o Estado contratou os monitores por um período de 12 meses. ?Sendo assim, o correto é que seja pago não só o 13º, como também o terço das férias, mas nada disso foi cumprido, daí a nossa reivindicação?, desabafou. A sindicalista também questiona a razão de a secretaria não convocar o pessoal aprovado no último concurso. ?Temos consciência de que os aprovados do concurso não preencheram áreas como Ciências Exatas. Então, na falta de professores de Matemática e Física, o jeito é contratar monitores. Mas para algumas disciplinas, há, ainda, uma reserva do concurso, que não é chamada a ocupar o cargo. É inadmissível, mas isto está acontecendo, daí o excesso de monitores. A própria secretaria não sabe o total de monitores. Estimamos que hoje eles sejam quase cinco mil?, confessa Jô. Ela lembra que os dois problemas, tanto o do 13º quanto da falta de convocação dos concursados, já foram levados ao procurador do Trabalho, Alpiniano Prado, que agendou uma audiência com a secretária de Educação, no dia 26, para que ela explique suas razões. ?Estamos tentando resolver essas pendências de forma amigável. Caso não haja progresso nas negociações, faremos uma assembléia para analisar se vale a pena começar o ano letivo. É preciso, portanto, levar o assunto a sério, tratar os servidores com dignidade. É uma pena que isso não aconteça?. (FV)

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