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Tartarugas come�am a desova

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Com a chegada do período de desova das tartarugas-marinhas, o Instituto do Meio Ambiente (IMA) e o Instituto Biota se reuniram, ontem, para definir os procedimentos e a atuação conjunta de colaboração com a reprodução das espécies na costa alagoana, que estão ameaçadas de extinção. A temporada de desova das tartarugas teve início no último mês de setembro e segue até março do ano que vem. A orientação dos institutos é que as pessoas que presenciem tartarugas procurando a costa para realizar desova entrem em contato com o Biota ou com o IMA. Os ninhos podem ser ameaçados pelo risco de erosão, vandalismo ou roubo por pessoas, e encharcamento pela água do mar. Por isso, existe a eventual necessidade de translocação. Essa mudança de local será realizada pelo Biota, com apoio do IMA, ou da forma que for possível, considerando a hora, o dia e as possibilidades do momento. ?O ideal é que essa operação seja realizada até seis horas após a desova. Claro que se leva em consideração o risco para o ninho, se tiver passado mais tempo, mas, se for possível salvar alguns ovos, o trabalho deve ser feito?, diz o representante do Biota, Bruno Stefanis. O grupo discutiu, ainda, os procedimentos para casos de animais que eventualmente aparecem nas praias do Estado. No caso das tartarugas que são encontradas mortas, elas podem ser enterradas, pode ser acionado o serviço de limpeza urbana do município ou podem ser encaminhadas para análise. Em relação aos animais encontrados vivos, o resgate deve ser feito prioritariamente pelo Batalhão de Polícia Ambiental. Como o Biota não possui ainda uma sede com estrutura para receber as tartarugas, o recebimento é provisório e o acompanhamento é realizado pela equipe do IMA.

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