loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6283
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Cidades

Assist�ncia m�dica no servi�o p�blico: exemplo de precariedade

Ouvir
Compartilhar

Com as duas faculdades particulares que abriram cursos de medicina, além da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e da Universidade Estadual de Ciências da Saúde (Uncisal), Alagoas passa, segundo o presidente do Sinmed, ?de 130 para quase 600 médicos formados por ano no Estado quando esses estudantes terminarem o sexto ano e concluírem o curso. Vamos ver a qualidade desses médicos. Algumas a gente sabe que investiram durante algum tempo. Outras foram a toque de caixa. Quer dizer: isso é a banalização da escola médica. Isso já aconteceu com outras profissões, e essa banalização só levou a uma diminuição da qualidade dos profissionais?, ele alerta. Na medicina, porém, observa Wellington Galvão, ?a baixa de qualidade representa a vida das pessoas. A criação de novas escolas médicas devia estar associada a uma necessidade social, levando-se em consideração principalmente como o profissional está sendo formado. Arapiraca, por exemplo, vai iniciar o curso de medicina, mas não tem docente. Quem vão ser os professores, se no município não tem nem curso de enfermagem? O que tem é em Palmeira dos Índios. Nós não somos contra a interiorização, mas tem que fazer com responsabilidade, dando condições de que o curso forme bons profissionais?, afirma.

Relacionadas