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Estudantes alagoanos ‘quebram’ a cabe�a para dar vida a rob�s

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?O que eu acho mais legal da robótica é a forma de aprender, não com alguém ensinando, mas com você descobrindo. É o que mais diverte?, explicou, entusiasmada, a estudante Luísa Leite, de 11 anos, ao falar sobre a sua participação na etapa regional da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), realizada ontem, em Maceió. Junto com mais cinco colegas, a jovem, que é de um colégio de Marechal Deodoro, município localizado a poucos quilômetros da capital, fez parte de uma das centenas de equipes que concorreram ao título regional da competição. E foi com esse entusiasmo que mais de 100 estudantes alagoanos, todos com idades de 9 a 19 anos, tiveram que ?quebrar? a cabeça para dar vida aos pequenos robôs espalhados pelas miniarenas construídas no local da competição. ?Se a gente não for educado com o robô, ele não faz o que a gente pede?, contou o estudante William Santos, de 16 anos. Segundo ele, fazer a montagem do robô e prestar atenção na hora de programar são diferenciais importantes para as equipes que querem se destacar na competição. ?Tivemos muitas aulas de programação e montagem. Trabalhamos muito para que o nosso robô conseguisse realizar todas as etapas sem problemas. É difícil, mas o resultado é sempre muito recompensador?, explicou. Atualmente, a OBR possui duas modalidades que procuram se adequar tanto ao público que nunca viu robótica quanto ao público de escolas que já tem contato com a robótica educacional. Entre os principais desafios propostos pela competição, além das equipes precisarem simular o resgate de uma vítima, está a programação individual dos robôs. * Sob supervisão da editoria de Cidades.

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