Cidades
Cemit�rios passam por reparos para o Finados
A menos de duas semanas para o Dia de Finados, os cemitérios públicos de Maceió estão sendo preparados para receber uma multidão intencionada a prestar homenagens aos entes queridos que já morreram. A limpeza das quadras, com capinação, retirada de entulhos e também a pintura das capelas e das calçadas, foram iniciadas na semana passada e devem terminar bem antes do feriado. No Cemitério São José, no Trapiche da Barra, os preparativos para Finados têm alterado a rotina do local. É grande a movimentação de caçambas carregando lixo e de operários retocando a estrutura. O trabalho está sendo feito tanto pelos funcionários do espaço como por trabalhadores de uma empresa de asseio e conservação, que presta serviço de limpeza urbana para o município. ?São dezesseis quadras no total, com quase mil sepulturas. Todas as ruas estão recebendo a manutenção de limpeza e pintura do espaço público. Os jazigos são de responsabilidade dos familiares?, explicou o administrador do São José, Jorge Cunha. Ele reforça que produtos químicos também estão sendo colocados entre as covas para evitar o crescimento acelerado do mato. O serviço na capela, onde missas serão celebradas no Dia de Finados, resume-se a uma limpeza completa das instalações, pintura da fachada e da área interna, além de pequenos reparos na estrutura física. Na semana passada, foram iniciadas as obras de construção do ossuário no Cemitério São José. Mais de 2 mil ?gavetas?, divididas em blocos, serão construídas. O representante da empreiteira, Thiago Rafael, revelou que o prazo para a conclusão dos trabalhos é de 90 dias, mas que o ossuário deve ser entregue antes. Desde novembro do ano passado, uma portaria da Superintendência Municipal de Controle do Convívio Urbano (SMCCU) suspendeu novos sepultamentos no São José. A justificativa era a de que não havia mais vagas. A curto prazo, o órgão anunciou a construção do ossuário, que, em tese, desafogaria o espaço. Espera-se que os restos mortais fiquem nas sepulturas por até 3 anos. Após esse período, a família providenciaria uma ?gaveta? no ossuário.