Cidades
Alagoanos fazem ajustes para n�o cancelar festas
Fim de ano chegando, tempo de confraternização. Hora de compartilhar entre amigos, familiares e colegas de trabalho a alegria das conquistas asseguradas durante o ano que finda. Ou de refazer sonhos, redefinir metas, reforçar laços para seguir em frente no novo ano que se aproxima. Alguns, com muito a comemorar; outros, com muito a planejar, não importa. Em tempos de se desejar ?boas festas?, o importante é deixar a alegria fluir em cada abraço, em cada brinde, seja no tim-tim das taças que se cumprimentam ou no conteúdo que se esconde na embalagem do presente ganho no sorteio ou no amigo secreto ? às vezes nem tão amigo, outras nem tão secreto. Mas, como manter a tradição da festa em tempos de crise? Eis a pergunta que todos se fazem. Em família ou entre amigos, vale o velho e camarada ?racha? na hora de cobrir as despesas. ?Sempre nos reunimos nos finais de ano, para um reencontro da turma do colégio. Escolhemos um restaurante agradável, com preço acessível, estabelecemos um valor por pessoa, juntamos nossa alegria e a festa está feita?, diz a pedagoga Maria Luiza Moreira. No mercado de trabalho, geralmente a festa é garantida pela empresa ou repartição: um almoço, um jantar, um dia de lazer, com sorteios e músicas; num clube, num restaurante ou numa casa de festas. Mas tudo isso custa caro. E não está nada fácil bancar a festa este ano, com os efeitos da crise atingindo o bolso de todos: grandes, pequenos, públicos e privados.