Cidades
Crise n�o estraga festa de alagoanos
Este ano, o brasileiro foi obrigado a lidar com a temida crise, que levou as famílias a realizarem cortes no orçamento doméstico, adaptações e até a mudar hábitos. Nas grandes datas comemorativas ? Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Pais, entre outras ?, em 2015, o mercado sofreu com o baixo poder de compra do consumidor, que passou a pensar bastante antes de realizar alguma compra. Para as festas de fim de ano ? Natal e Réveillon ?, os alagoanos não deixarão de comemorar, no entanto, a fartura de comidas, bebidas e presentes não deverá ser a mesma de anos anteriores. Em recente pesquisa divulgada pela Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) sobre o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), o custo de vida do maceioense variou no mês de novembro em cerca de 0,66%. A cesta básica no mês de novembro, segundo os dados divulgados, comprometeu 36,25% do salário mínimo atual, que é de R$ 788. Segundo o levantamento, isso representa um aumento de 1,73% em relação ao mês de outubro. A pesquisa mostra ainda que o grupo que apresentou maior variação foi o de despesas pessoais, com 2,27%. A alta significativa é ocasionada, principalmente, pela inflação de serviços pessoais e recreação, com elevações de 3,03% e 1,47%, respectivamente. ?A inflação no mês de novembro se dá, geralmente, pelo aumento dos valores dos produtos ligados ao fim de ano. Além disso, tem a própria questão da inflação, que tem afetado os valores de diversos itens?, explica o gerente de pesquisas da Seplag, Gilvan Sinésio.