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Estado pede envolvimento de prefeituras nas a��es

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Já são 111 os casos suspeitos de microcefalia em Alagoas ? 102 em recém-nascidos e seis casos intrauterinos, além dos 3 casos registrados antes da implantação da notificação imediata. A situação é gravíssima. O Estado ocupa a quinta colocação da região na triste estatística da microcefalia. Primeiro, aparecem Pernambuco, Sergipe, Rio Grande do Norte e Paraíba, que se reveza na colocação com Alagoas, informou a secretária de Estado da Saúde, Rozangela Wyszomirska. Ela participou, ontem, da última reunião do ano da Associação dos Municípios de Alagoas (AMA). O encontrou reuniu gestores e secretários municipais de Saúde, representantes dos ministérios públicos Estadual, Federal e do Tribunal de Contas. Na reunião com os prefeitos, a secretária pediu o empenho de todos para acabar com o mosquito transmissor. ?As áreas mais críticas são do Sertão, por causa da estiagem. As pessoas precisam armazenar água e estes têm sido os lugares ideais para a proliferação dos mosquitos. O momento é de cuidado rigoroso nos reservatórios, porque são locais onde os mosquitos depositam os ovos que viram larvas?, explicou. Como alguns prefeitos pediram a volta do carro fumacê, a secretária e outros técnicos da Saúde disseram que a medida não terá resultado prático. A Marinha e o Exército também não vão ser convocados. A gestora disse que, por enquanto, o combate ao Aedes Aegypti será feito com agentes comunitários, guardas municipais, voluntários, defesa civil, população, associações de moradores, empresas e trabalhadores. O decreto de emergência, afirma, ajuda nas atividades operacionais. O Estado e os municípios podem fazer contratações temporárias, compras para as atividades sem burocracia. O governo vai intensificar as campanhas de conscientização popular.

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