Cidades
Natalidade zero para o Aedes Aegypti
Com atualização para 111 casos suspeitos de microcefalia em Alagoas, divulgados ontem pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), a gestora da pasta, Rozangela Wyszomirkska, reforçou a necessidade de combate ao agente transmissor da doença, o Aedes aegypti. Ela também anunciou as medidas para tratamento dos pacientes e a instalação de postos para coleta de sangue em pessoas suspeitas de alguma doença relacionada ao mosquito transmissor. De acordo com a secretária, onze ?unidades sentinelas?, que são os postos para coleta de sangue, devem ser abertas em todo o Estado. Serão três unidades em Maceió e oito pelo interior com a função de mapear os casos de dengue, febre chikungunya e zika vírus, este último causador de microcefalia. Para os casos de microcefalia intrauterino, conforme a Sesau, as medidas são também manter o pré-natal e programar o parto na unidade de saúde de origem da gestante, uma vez que a microcefalia, isoladamente, não é critério de gravidez de alto risco. Nos casos de microcefalia pós-natal, o procedimento deve ser a realização de tomografia computadorizada no Hospital Geral do Estado (HGE) e na Unidade de Emergência do Agreste.