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Cresce n�mero de afogamentos no per�odo do ver�o

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O dia era de festa! O sol e a companhia da família e de amigos tinham tudo para fazer aquela data inesquecível. E foi! Não pelos momentos prazerosos de reunião familiar, mas por uma ocorrência que por pouco não se transformou em tragédia: o afogamento de um garotinho de dois anos. Guilherme José Maurício, hoje com sete anos, brincava com os amigos, quando, de repente, desapareceu. Quando o tio o encontrou, o menino havia submergido na piscina da casa de festas. Não morreu porque o socorro foi imediato, mas ficou o trauma para a família. A partir daí, a mãe de Guilherme, Alexandra Maurício, matriculou o filho em uma escola de natação, onde o menino aprendeu a dar as primeiras braçadas e, principalmente, a ter noções de limites quando o assunto é água, seja na praia ou na piscina. A história de Guilherme se assemelha a muitas outras. No caso dele, o socorro evitou o pior. Em outros, o desfecho acaba em tragédia, caso da garota Marília Alves da Silva, de 7 anos, cujo corpo foi localizado no mês passado, no Rio Mundaú, no município de Murici. Foram dois dias de buscas. A menina, e mais três irmãos, que também se afogaram, mas foram salvos, brincavam enquanto o pai pescava e acabaram sendo levados pela correnteza. Uma situação que se agrava em período de verão, férias escolares e, daqui a pouco, no carnaval, quando praias, regiões de lagoas e rios, clubes sociais costumam ficar lotados. Sem contar com os encontros entre famílias. Todo cuidado é pouco! A mistura de euforia com bebida alcoólica e autoconfiança em excesso acaba tornando-se fator propício ao aumento de casos de afogamentos.

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