Cidades
Grupo mapeia casas de veraneio para combater o mosquito Aedes
Integrantes da Associação dos Moradores da Praia do Francês, em Marechal Deodoro, estão mapeando casas de veraneio que estão fechadas para ajudar no combate ao mosquito Aedes Aegypti. O objetivo do grupo é facilitar o acesso dos agentes de endemias aos imóveis que podem ter focos do mosquito. Na piscina de uma casa que está fechada há mais de 5 anos o acúmulo de água suja preocupa os moradores do Francês. Como a água está suja, foi tirada uma amostra para se verificar se existiam larvas que podem ser do mosquito Aedes Aegypti. E no primeiro balde já foram encontradas algumas delas. ?É um absurdo em uma época dessa, com tanta informação sobre o problema, as pessoas ainda deixarem armazenar água parada em lixo e outros locais?, protestou o empresário e vice-presidente da associação, Marcos Albernaz. Na casa do veterinário Wagner Guimarães Mello todo mundo foi picado pelo mosquito Aedes Aegypti. Por isso, ninguém fica sem usar repelente. Depois de 40 dias, ele e a esposa ainda sentem dores no corpo. Com isso, o veterinário não tem dúvidas de que ele está com Zika Vírus. ?Suspeitamos de Zika, mas, mesmo indo ao médico, ninguém sabe ao certo o que é?, relata Wagner Guimarães. Grávida de 5 meses, a depiladora Renata Cunha também não larga o repelente. Ela passa no corpo de 3 a 4 vezes por dia porque ficou assustada com os 139 casos de bebês com microcefalia em Alagoas. ?A gente quando nota um mosquito mata e logo observa se é listrado para tentar identificar ser é o Aedes Aegypti. E quando é ficamos logo em pânico?, conta Renata.