Cidades
Associa��o denuncia o transporte irregular
A Associação dos Transportadores Escolares de Maceió cobra a retomada da fiscalização dos agentes da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) para coibir o transporte clandestino de crianças, realizado por proprietários de veículos de pequeno e médio portes, principalmente na parte baixa da capital. ?O número de clandestinos é elevado. A gente observa o trabalho deles na porta das escolas. Como não pagam impostos nem taxas à SMTT, entendemos que o órgão municipal precisa combatê-los, garantindo a segurança das crianças cujos pais pagam caro para serem levadas às escolas?, afirmou Josadack Campelo, presidente da entidade. De acordo com o sindicato, circulam pela cidade 132 transportadores escolares. O número já foi maior, 150, mas caiu porque alguns dos transportadores não tiveram condições de manter os serviços obedecendo às exigências do órgão fiscalizador, a SMTT. ?Além dos impostos e das taxas cobrados anualmente, não temos incentivo algum para comprar carro novo?, completa Josadack, segundo o qual, também é ?elevado? o número de clandestinos. Os veículos levam até 20 estudantes por viagem. Cada carro custa até R$ 100 mil. Para adquiri-los e mantê-los dentro dos padrões exigidos de conforto e segurança, eles cobram mensalidade que varia entre R$ 170,00 e R$ 350,00, dependendo da distância, mas com um detalhe: são 12 parcelas por ano, mesmo com a interrupção do serviço nas férias.