Cidades
Agentes podem parar em Macei�
Os agentes de endemias que compõem a força-tarefa de combate ao Aedes aegypti em Maceió podem paralisar as atividades. A informação foi dada na tarde de ontem pelo presidente do sindicato da categoria, Maurício Sarmento. De acordo com ele, os agentes aguardam uma posição do município para reivindicações como a compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como luvas, máscaras e botas, além da incrementação do piso salarial e gratificações com recursos do governo federal. Sarmento explicou que enviou documento com a pauta da categoria para a Secretaria Municipal de saúde (SMS) no último dia 15. A secretaria, disse o sindicalista, tem 15 dias para se posicionar. Caso não haja um entendimento entre os agentes de saúde e o município, o sindicato vai convocar uma assembleia com possível indicativo de greve. O presidente do Sindicato dos Agentes de Saúde de Alagoas afirmou, ainda, que, na SMS, há processos que datam de 2013 para compra de crachás e 600 bloqueadores solares. Hoje, também conforme o sindicato, Maceió conta com 403 agentes somente para o combate ao Aedes aegypti, divididos em 12 módulos e oito distritos. No total, a rede municipal tem mais de 800 servidores que também fazem o combate a roedores e escorpiões, entre outras ações.