Cidades
Maceioenses retomam a rotina
Muita gente aproveitou a reabertura das agências bancárias, depois do reinado de Momo, para colocar as contas em dia. A retomada do atendimento ao público poderia ter sido melhor não fosse o excesso de clientes, todos com o mesmo objetivo, e o aparente reduzido número de bancários, pelo menos num dos estabelecimentos privados da capital. ?Não ficamos satisfeitos não. Além do calor excessivo, havia gente demais para bancário de menos. A gente faz de tudo para manter as contas em dia, mas não tem o devido atendimento do banco?, queixou-se a aposentada Noêmia Silva Souza, que acompanhou o esposo Clerisvaldo de Souza a um banco privado do qual são correntistas há anos. As dificuldades eram parecidas em casas lotéricas do calçadão do centro e de outros bairros também, principalmente por causa do elevado número de pessoas querendo honrar os mais diversos compromissos. Num estabelecimento do calçadão do comércio, muita gente desistia da obrigação de pagamento no dia de ontem quando se deparava com as extensas filas. COMÉRCIO CENTRAL Nas diversas lojas do calçadão, reabertas ontem cedo, não havia tamanha quantidade de clientes, apesar das promoções ?tentadoras?. Nem mesmo o slogan ?Vassourada: o melhor do carnaval é sempre no final? sensibilizava os consumidores, pelo menos como desejam os gerentes e funcionários dos estabelecimentos comerciais.