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Fechamento do PAM � marcado por protesto

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O fechamento do PAM Salgadinho, situado no bairro do Poço, para obras de reforma foi marcado por protesto de funcionários na porta unidade e pacientes desavisados, em busca de informações. Com a interdição ética determinada pelo Conselho Regional de Medicina de Alagoas (Cremal) e o início dos trabalhos de recuperação da unidade, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) transferiu os atendimentos realizados no local e redistribuiu os profissionais em postos de saúde e unidades estaduais da capital. Reunidos na entrada do posto, um grupo de servidores, liderados pelo Sindicato dos Trabalhadores em Seguridade Social e Trabalho no Estado de Alagoas (Sindprev-AL), realizou uma mobilização contra a decisão de fechar a unidade durante o período de reforma. ?Os funcionários não concordam com o fechamento do PAM durante a reforma, porque tem condições de reformar um bloco por vez, sem interromper os programas, como é o caso do bloco I e C, de DST e prevenção de câncer de colo e mama?, declarou Célio dos Santos, vice-presidente do Sindprev. De acordo com Célio dos Santos, os servidores também reclamam da decisão do Cremal em determinar a interdição ética dos médicos lotados na unidade, impossibilitando o funcionamento do um posto, embora tenha declarado que, atualmente, com todas as dificuldades que o PAM tem enfrentado, ele funcione com aproximadamente 12% da sua capacidade. Sobre a decisão do Cremal, o presidente Fernando Pedrosa afirmou que ?a interdição é resultado de um estudo das condições de trabalho oferecidas ao médico, que nesse caso não são adequadas. E os médicos não podem trabalhar em um local com o teto caindo, paredes dando choque, piso quebrado e salas mofadas, entre outros exemplos. É ter paciência e esperar que a unidade seja reformada?.

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