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Nº 5728
Cidades

Exames come�am a ser feitos em AL

Do início de 2015 até este mês de março, Alagoas já acumula 1.472 casos de dengue confirmados, 123 de chikungunya e 34 de zika vírus. Os exames costumavam ser coletados aqui e depois enviados para o Instituto Evandro Chagas, no Estado do Pará, onde era fe

Por | Edição do dia 04/03/2016 - Matéria atualizada em 04/03/2016 às 00h00

Do início de 2015 até este mês de março, Alagoas já acumula 1.472 casos de dengue confirmados, 123 de chikungunya e 34 de zika vírus. Os exames costumavam ser coletados aqui e depois enviados para o Instituto Evandro Chagas, no Estado do Pará, onde era feito o diagnóstico. Agora, o Laboratório Central de Saúde Pública de Alagoas (Lacen/AL) passa a realizar essas tarefas, diminuindo o tempo em que o resultado é entregue, de 30 para quatro dias no máximo. O diretor do Lacen/AL, Magliones Carneiro de Lima, explicou que em dezembro de 2015 servidores da Saúde receberam treinamento para os kits de biologia molecular e sorologia, utilizados para diagnosticar as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti. Mas o Ministério da Saúde, que capacitou os técnicos de 50 laboratórios em todo o País para realizar os exames, só entregou parte desses kits. Ainda falta o kit de biologia molecular para zika, explicou. No momento, somente o de triagem sorológica existe em Alagoas. Com esse kit, podem ser realizados 92 exames de uma só vez. Já com o molecular, é possível se fazer três mil exames. “Temos que fazer com critérios, pois esses exames são caros e devem ser utilizados com parcimônia. Os exames podem servir, por exemplo, para identificar o local de maior foco dos casos de microcefalia”, informou. Os kits que faltam devem chegar a Alagoas até o final de março. Mais de dois mil exames já foram enviados ao laboratório no Pará, para que se consiga o diagnóstico trinta dias depois da coleta de sangue ser feita nas unidades de referência em Alagoas. No segundo semestre de 2016, um outro tipo de kit de coleta será enviado para o estado, com preços mais acessíveis e possibilitando ampliar o número de exames em pessoas com suspeita de dengue, febre chikungunya e zika vírus.

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