Cidades
Vigil�ncia Sanit�ria fiscaliza venda de peixes e crust�ceos
Semana Santa chegando, os pescados viram o centro das atenções nas balanças de peixe, mercados, supermercados e feiras livres. Não só para os consumidores, mas também para a vigilância sanitária, que já iniciou procedimentos de fiscalização para analisar as condições de venda de peixes e crustáceos visando à preservação da qualidade do consumo. Ontem pela manhã, a Inspetoria da Vigilância Sanitária de Maceió iniciou, pela balança de Jaraguá, uma série de visitas aos pontos de venda, levando orientações e observando as condições de higiene dos locais de venda, acondicionamento dos alimentos e práticas de manipulação, em acordo com as normas e os padrões estabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). ?Por ser um produto facilmente deteriorável, é fundamental que o pescado esteja em boas condições de exposição, protegido da poeira, em temperatura adequada, para manter o padrão de consumo?, explica a inspetora fiscal Jadna Cilene. Entre as dicas que ela repassa ao consumidor na hora da compra, estão a observância de detalhes como a cabeça do camarão, que deve estar fixada ao corpo; escamas bem aderidas, guelras vermelhas e olhos vivos (brilhantes). E que o próprio consumidor se preocupe em levar um recipiente térmico, com gelo, para transportar o pescado comprado até em casa. ?Observem também o ambiente de venda, que deve estar limpo, em boas condições sanitárias e com uma estrutura física adequada?, diz Jadna. Mas se há cobrança de um lado, há também reclamações do outro. Com recibos de taxas cobradas pelo município, os pescadores da balança de Jaraguá queixam-se da falta de uma estrutura melhor. ?Pagamos uma taxa de aproximadamente R$ 40 por semana. É muito caro, para uma estrutura pequena como essa que temos aqui?, diz o pescador Benedito Mutanbo, quase 50 anos de profissão.