Cidades
Servi�o monitora, mas n�o cobre danos
A experiência como usuário transformou o especialista em Tecnologia da Informação, José Ferreira Neto, em empresário do ramo. Com conhecimento na área, ele desenvolveu a própria tecnologia e transformou o serviço de rastreamento em negócio, junto com um sócio, criando a GPS Alagoas. Hoje, com apenas cinco meses no mercado, ele tem uma clientela de cerca de mil veículos, na capital e no interior, garante renda a pelo menos cinco pessoas, encarregadas de implantar o sistema nos veículos contratados, e já tem alguns franqueados, inclusive fora do Estado. E a tendência é crescer, sobretudo com os números da violência crescendo também. É o que diz Erasmo Gomes, outro empresário do ramo, gerente-geral da MVS Rastreamentos, há 19 anos no mercado. ?Hoje, observa-se um crescimento em todo o Brasil, e ainda há muito o que crescer. Calcula-se que a cobertura não chegou, ainda, nem à metade da frota. Está em torno de 40%?, diz ele. Entre as vantagens para pessoa física ou jurídica, Neto e Erasmo apontam, além da segurança, a economia e a produtividade que o sistema proporciona. Economia porque o proprietário pode ver, por exemplo, em tempo integral, por onde anda sua frota, se o carro está parado ou funcionando, se houve desvio de rota, se está sendo usado para outros serviços, isso por meio de um simples aplicativo. Produtividade porque, com todas essas possibilidades, o trabalho de entrega de cargas, por exemplo, torna-se mais rápido, rende muito mais e as entregas têm mais chance de ser cumpridas no tempo certo. Há casos, segundo Erasmo, que uma empresa constatou, após os ajustes feitos com base no monitoramento veicular, que o serviço feito com 20 veículos poderia ser cumprido com a metade da frota corrigindo os desperdícios de tempo, antes registrados.