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Corpo de anestesista que morreu com suspeita de H1N1 � sepultado

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Foi enterrado na tarde de ontem, no Cemitério Municipal Nossa Senhora Mãe do Povo, em Jaraguá, o corpo do ex-prefeito de Maravilha, o médico anestesista Osman Catarina, que morreu na tarde da última quarta-feira, em um hospital particular, após 11 dias internados para tratar de uma infecção urinária e de uma pneumonia. Ontem, durante o velório, que aconteceu no PlanVida, na Praça da Faculdade, familiares do médico informaram que exames foram realizados durante a internação de Osman Catarina, mas que nenhuma taxa revelava que ele estaria com H1N1. ?Tanto que, quando a gente ia visitar ele na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), nos últimos três dias, os médicos já não pediam mais para a gente usar máscara, porque era uma doença descartada?, disse a cunhada do anestesista, e também médica, Eneide Marx Gomes. De acordo com parentes, Osman Catarina morreu por pneumonia e infecção generalizada. ?Ele alegava muita dor no corpo e que estava gripando. Ele cuidava de todo mundo e terminava esquecendo dele?, disse a cunhada. Segundo familiares, os primeiros sintomas da gripe foram registrados no dia 24 de março, quando o anestesista havia chegado do município de União dos Palmares, depois de dar plantão. ?Ele estava tossindo muito. A esposa perguntou se ele tinha tomado algum remédio e ele disse que não. Com o passar dos dias, ele sentiu uma melhora de tanto remédio que tomou, inclusive xaropes e lambedores, remédio mais caseiro?, disse Eneide.

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