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Procura por benef�cio � baixa em AL

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Ainda é baixa a procura, em Alagoas, pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC) por parte das famílias que possuem crianças diagnosticadas com microcefalia. Apenas 12 parentes de bebês com essa anomalia, dos 52 casos confirmados no Estado, procuraram o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para solicitar o auxílio do governo federal, criado para ajudar financeiramente pessoas de baixa renda do País que lidam com o problema em casa. Metade dessa demanda que ingressou com o requerimento já está recebendo um salário mínimo, valor pago por mês a quem foi beneficiado. É de responsabilidade do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome o repasse do auxílio às famílias enquadradas nos parâmetros estabelecidos pela Previdência Social. A renda, o perfil social e os aspectos de saúde dos pacientes são critérios adotados para a concessão ser dada. Logo, apesar do aumento dos casos de microcefalia no Brasil, não é regra que todos os parentes dos bebês recebam o auxílio. O interesse do governo federal é colaborar com aqueles cujo perfil socioeconômico é de pobreza ou de extrema miséria. A responsável técnica pelo Serviço Social do INSS em Alagoas, Maria Cristina Oliveira Dias, explica que, até o BPC ser concedido, alguns passos precisam ser seguidos. O primeiro deles é fazer o agendamento pelos diversos canais, para que seja preenchido o requerimento. A marcação pode ser feita pela internet (no site do INSS, especificamente no menu Serviços ? Amparo à Pessoa com Deficiência), na agência da Previdência Social mais próxima do usuário ou por meio do telefone 135. Esse contato, inclusive, é o meio mais eficaz para agendar a ida à agência.

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