Cidades
Empresa n�o v� motivo para indeniza��o
Judite não pôde até hoje retornar à sua casa, parcialmente destruída O G1 procurou os responsáveis pelo Moinho Motrisa, que indicaram a advogada Andréa Maria Lyra Maranhão para falar sobre o assunto. Ela é uma das sócias da Maranhão & Nogueira Advogados Associados, que realiza a consultoria do Motrisa sobre o acidente. Andréa relatou que as reformas realizadas nos imóveis danificados pelo acidente atendem às necessidades dos moradores, mas não vê motivos para indenizá-los, já que o moinho sempre procurou negociar as melhores opções com eles, dando toda a assistência necessária ao longo desses dois anos. ?Acredito que [os moradores] não devem ser indenizados. O Motrisa sempre esteve disposto a pagar pelos danos materiais causados. Em relação aos casos de doenças que as pessoas afirmam ter após o acidente, nós desconhecemos. Nenhum adendo foi realizado ao processo que trata do caso?, explica a advogada. Andréa diz ainda que, com exceção de duas pessoas, todos os outros moradores estão aptos para voltarem para as casa. Segundo ela, muitos moradores não queriam retornar ao local enquanto estavam em hotéis e pousadas.