Cidades
Lojistas querem reformular lei de acessibilidade
A Aliança Comercial de Maceió apresentou, ontem, uma proposta de readequação das leis de acessibilidade na área comercial do centro da capital alagoana. O objetivo é atender às necessidades das pessoas com deficiência e às particularidades dos estabelecimentos. A reunião foi realizada no início da tarde de ontem, no auditório da sede das Promotorias de Justiça da Capital, localizada no bairro de Barro Duro, em Maceió. O evento contou com a presença de representantes das associações e entidades representativas dos deficientes, como a Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas (Adefal) e o Grupo de Cadeirantes da Capital, além de engenheiros da Superintendência Municipal de Controle do Convívio Urbano (SMCCU). Gardênia Nascimento, arquiteta contratada para elaboração da proposta, explicou a necessidade da criação dessa proposta de adequação. ?Nos foi solicitado para que elaborássemos uma proposta que trabalhasse alternativas para as leis de acessibilidade, porque há exigências na lei que não podem ser atendidas por alguns estabelecimentos. O trabalho foi participativo, contando ainda com a participação de instituições como a Adefal, Pestalozzi, além dos lojistas e representantes da Secretaria Municipal de Planejamento (Sempla) e da SMCCU, por muitos prédios da região serem históricos?. Ainda segundo a arquiteta, as lojas que possuem um espaço superior a 150m² têm condição plena de atender a todas as exigências previstas em lei. Já as lojas menores apresentam algumas peculiaridades. ?Cerca de 45% das lojas do Centro são estabelecimentos que exigem uma adaptação específica, por estarem em espaços menores e mais velhos, por isso é preciso esse diálogo e essa adaptação, contemplando as necessidades de ambas as partes, deficientes e lojistas?. *Sob supervisão da editoria de Cidades