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Servidores cobram reabertura de PAM

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O Sindicato dos Trabalhadores em Seguridade Social e Trabalho do Estado de Alagoas (Sindprev) realizou, na manhã de ontem, um ato no PAM Salgadinho para cobrar do município a reabertura dos blocos A, B e C do posto, com o retorno integral dos servidores que foram distribuídos para outras unidades de saúde por conta da reforma. A manifestação ocorreu apesar de, na semana passada, o prefeito Rui Palmeira (PSDB) ter anunciado a entrega da reforma dos três blocos do posto de atendimento médico para o próximo dia 2 de maio. Os blocos O e I já voltaram a funcionar, há duas semanas, com mais de 140 servidores. Conforme Cícero Lourenço, representante do Sindprev, os servidores também questionam a transferência de profissionais que poderiam ter permanecido no PAM Salgadinho. ?Odontólogos, assistentes sociais, vários outros setores tinham condições de continuar funcionando [no PAM], já que se tratava de uma pequena reforma. Infelizmente, foram redistribuídos?, disse Lourenço. De acordo com ele, alguns dos servidores que retornaram para os blocos O (Centro de Reabilitação), I (pacientes com doenças sexualmente transmissíveis) e a farmácia, recém-entregues, apenas cumprem horário no local por conta da falta de insumos. ?O nosso problema não é a pintura que poderia ser feita com a gente aqui dentro, é a falta de material que não tem?, afirmou o sindicalista. ?Faltam esparadrapo, gases, ultrassom para fisioterapia e equipamentos para os servidores trabalharem. Por exemplo, se o bloco D voltar a funcionar hoje, os oftalmologistas não podem atender porque não têm aparelhos, todos estão quebrados. As máquinas de raio-X, com seus filmes e reveladores, vão ser jogados fora porque perderam a validade. Deviam funcionar?, disse. Os servidores do PAM Salgadinho cobram, ainda, a reabertura do posto com o retorno de todos eles às suas funções. ?Até o dia 30 de março informaram que entregariam os blocos A e B. O B foi pintado e até agora não voltou. O bloco C seria entregue até o dia 15 de abril e, até agora, nada. Por isso que também cobramos a reabertura do posto?, disse Cícero, ressaltando que a greve da categoria continuará, mesmo que o PAM reabra os blocos A, B e C.

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