Cidades
Servidores dos Correios paralisam atividades
Os funcionários dos Correios de Alagoas cruzaram os braços durante a maior parte do dia de ontem, aderindo à paralisação nacional da categoria que reivindica melhores condições de trabalho, e é contra a precarização dos serviços e a possibilidade de privatização da empresa. Em Maceió, cerca de 250 trabalhadores realizaram um ato público de protesto em frente à agência da Rua do Sol, no Centro. A mobilização envolveu carteiros, operadores de triagem, atendentes comerciais e o setor administrativo, causando um deficit de cerca de 250 mil correspondências em atraso em todo o Estado. Representantes da entidade representativa dos servidores, o Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos em Alagoas (Sintect/AL), protocolaram um ofício ao superintendente do Ministério do Trabalho em Alagoas, Israel Lessa, com as reivindicações da categoria. À Gazeta, Altanes Holanda, presidente do Sintect Alagoas, alega que as reivindicações da categoria são o deficit de cerca de cem carteiros no Estado, falta de segurança nas agências e precarização dos serviços, incluindo falta de combustível para os carros da empresa e material de expediente. ?A mobilização é nacional, porém pautas locais também estão sendo levantadas, que vão desde a falta de condições de trabalho, falta de segurança nas agências, que rotineiramente são assaltadas, até a precarização dos serviços, incluindo falta de combustível para os mais de cem carros da frota, além da falta de copos de plástico para uso dos servidores?, conta Holanda. * Sob supervisão da editoria de Cidades