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Uesa n�o espera rea��o por danos ao patrim�nio

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O presidente da União dos Estudantes Secundaristas de Alagoas (Uesa), José Cláudio Vital Custódio, não acredita que a prefeita Kátia Born entre com ação judicial exigindo indenização da entidade pelos danos provocados ao patrimônio público durante recente manifestação de estudantes. Eles foram às ruas reclamar do aumento do preço da tarifa de ônibus em Maceió, que subiu de R$ 1,00 para R$ 1,25. Os estudantes da rede pública e os universitários têm direito à meia-passagem, ou seja, com o aumento, a tarifa para eles subiu de R$ 0,50 para R$ 0,75. ?Não acreditamos que isso ocorra, mas estamos preparados para o que der e vier?, disse o dirigente estudantil, ressaltando que a entidade não promoveu a manifestação com o objetivo de destruir prédios públicos ou atingir servidores municipais. Segundo José Cláudio, a reação isolada de alguns manifestantes resultou da ação de guardas municipais que tentaram impedir a manifestação. Para a Uesa, que tem em seus quadros três advogados, se entrar com ação na Justiça a prefeita Kátia Born ?estará agindo de forma ditatorial, contrariando os princípios socialistas?. O superintendente municipal de Transportes e Trânsito, engenheiro José Sangreman Lessa, negou que tenha se recusado a receber dirigentes da Uesa. Segundo ele, José Cláudio foi informado de que a ampliação do número de postos de vendas de crédito estudantil é competência da Associação das Empresas de Transportes (Transpal). Esta alega custos elevados (computadores, funcionários e vigilância) para não atender à reivindicação da Uesa. Funcionários da Transpal disseram ainda que, em Recife (PE), só há um posto de venda para atender a todos os estudantes da capital pernambucana.

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