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Morte de capit�o ser� reconstitu�da

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A morte do capitão da Polícia Militar (PM) de Alagoas, Rodrigo Moreira Rodrigues, ocorrida no dia 9 de abril deste ano, vai ser reconstituída. A autorização para a produção dessa prova foi dada pelo juiz John Silas da Silva, que está atuando na 9ª Vara Criminal da Capital. Os trabalhos para simular as circunstâncias que culminaram nesse homicídio, durante uma investigação no bairro de Santa Amélia, em Maceió, devem ser conduzidos pela equipe da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP), que conduziu o inquérito desse caso. O magistrado ainda deferiu a solicitação feita pelo promotor criminal José Antonio Malta Marques para que fosse feito o exame de comparação balística na arma apreendida com o suspeito (corretor de imóveis Agnaldo Lopes de Vasconcelos) e no projétil recolhido no corpo do capitão da Radiopatrulha. As decisões do magistrado foram tomadas esta semana e estão publicadas no Diário Eletrônico da Justiça, do Tribunal de Justiça (TJ) de Alagoas. Agnaldo foi denunciado por homicídio qualificado (praticado contra agentes da segurança pública). Ele está recolhido no sistema prisional, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva. A defesa já ingressou com habeas corpus, mas o juiz Geraldo Amorim negou o pedido. Os advogados recorreram ao TJ e aguardam uma decisão em caráter liminar para revogar a prisão preventiva. John Silas esclarece que o exame de comparação balística, a ser feito pela Perícia Oficial de Alagoas (POAL), é necessário para servir como mais uma prova técnica nesse processo. O juiz determinou, ainda, que seja adicionada aos autos a perícia feita no colete à prova de balas usado pelo policial militar no dia em que o crime aconteceu. O material foi perfurado por balas nesse episódio. A reprodução simulada (ou reconstituição) dos fatos deverá ficar sob a responsabilidade da Força Nacional. O suspeito, no entanto, não está obrigado a participar desse procedimento. A defesa dele fez esse apelo e a Justiça deferiu.

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