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Nº 5716
Cidades

Movimentos femininos reivindicam a cria��o do Instituto da Mulher

Cerca de 300 mulheres ligadas aos movimentos sociais e de várias áreas de atuação em nível governamental foram ao Palácio dos Martírios, na manhã de ontem, para entregar ao governador Ronaldo Lessa um documento reivindicando a recuperação da Delegacia de

Por | Edição do dia 07/03/2002 - Matéria atualizada em 07/03/2002 às 00h00

Cerca de 300 mulheres ligadas aos movimentos sociais e de várias áreas de atuação em nível governamental foram ao Palácio dos Martírios, na manhã de ontem, para entregar ao governador Ronaldo Lessa um documento reivindicando a recuperação da Delegacia de Defesa da Mulher e a criação do Instituto da Mulher. Lessa anunciou que o resultado da licitação para a obra de recuperação da delegacia deverá ser divulgado nos próximos dias e o conseqüente início dos trabalhos num prazo de 30 dias. “O instituto é uma concepção nova, procedente, que pretendemos construir e detectar as ações mais importantes”, disse o governador. O Instituto da Mulher seria um centro de atendimento, com a oferta de profissionais de diversas áreas, a exemplo de psicólogos, médicos, odontólogos, que poderá vir a funcionar no prédio da própria delegacia. Os custos com a recuperação da delegacia são de R$ 261 mil. A nova presidenta do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Mulher (Cedim), Verônica Lyra, cuja posse ainda será marcada, ressaltou a importância da recuperação da Delegacia das Mulheres e a construção de um instituto. Verônica falou ainda sobre seus planos de trabalho para o Cedim, onde pretende fazer uma articulação e integração entre o governo e as entidades não governamentais. “Queremos dar uma linha de gênero a todos os projetos hoje existentes, iniciando pela capacitação dos profissionais envolvidos para serem multiplicadores do processo”, falou. Segundo Verônica, a idéia é fomentar o que for possível, seja na arte, cultura, em questões sexuais, no combate à violência e até mesmo na linguagem, para que deixe de ser sexista, sempre destacando a forma masculina de expressar as palavras.

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