Cidades
Aplicativos e redes sociais para atender a pedidos
O apego das pessoas às redes sociais e aplicativos, aliado ao surgimento de plataformas alternativas para solicitação de entregas em domicílio por meio de sites e aplicativos como ifood, por exemplo, tem mudado, mesmo que aos poucos, a forma de relacionamento entre empresas e consumidores no seguimento de delivery. ?Apesar dos pedidos através das ligações telefônicas ainda representarem a grande maioria das solicitações, nós percebemos um aumento significativo das solicitações via aplicativo ou site. Ano passado, por exemplo, os pedidos por telefone representavam cerca de 95% das vendas do delivery. Este ano, esse número já caiu para 80%. Acredito que a tendência seja de constante crescimento desses métodos alternativos?, afirma o empresário Roberto Prado. Essa mudança no comportamento do consumidor também é observada por Clériston Brito, que atende boa parte dos clientes pelo Facebook. ?Nós recebemos cerca de 20% dos pedidos pelos meios alternativos, como o site da loja e o Facebook. Acaba sendo fácil e prático, apesar de alguns se sentirem mais seguros realizando a ligação telefônica?, considera o empreendedor. A estudante alagoana Mariana Madeiro, 23 anos, é consumidora assídua do delivery e não abre mão das redes sociais para realizar seus pedidos. ?Na maioria das vezes, busco as redes sociais ou os sites dos restaurantes para fazer meus pedidos, em último caso eu ligo. Recentemente, descobri um aplicativo que permite o pagamento on-line e memoriza os dados para um próximo atendimento. Essas facilidades contam muito na hora da fome?, conta. *Sob supervisão da editoria de Cidades