loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
segunda-feira, 27/07/2026 | Ano | Nº 6275
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Cidades

UNIDOS PELO ACASO E POR AMOR

Ouvir
Compartilhar

O ano era 1975. A cidade era Recife. O estudante alagoano de Educação Física Shyko Farias conhece a professora e também educadora física pernambucana Inêz Farias em um acampamento de férias onde trabalhavam. A paquera, fruto de uma atração quase imediata, resultou em casamento, com direito a quatro filhos e dois netos. O casal comemora hoje mais um Dia dos Namorados, com muita paixão, cumplicidade e história pra contar. Em Maceió, no ano de 2003, João Paulo Born e Maria Rita, quando ainda tinham 13 e 12 anos de idade, trocam o primeiro beijo em um parque de diversões. Depois de oito anos afastados, se reencontram em uma festa, ficam juntos pela segunda vez e a paixão de infância renasce. Neste domingo, o casal comemora o primeiro Dia dos Namorados como noivos. Encontros e desencontros unem as duas histórias de amor, dignas de roteiros de cinema. Lá na década de 1970, a educadora física Inêz usava toda e qualquer oportunidade para encontrar com Shyko. Jogos universitários e a rotina do trabalho e na universidade aproximavam o casal de atletas. Mesmo distantes historicamente, Maria Rita também usava a mesma tática, buscava se aproximar do amado, tentando encontrar informações a respeito do menino que beijara pela primeira vez no trem-fantasma do parque de diversões. ?Nosso primeiro beijo foi no trem-fantasma, e foi o meu primeiro beijo. Eu tinha só 12 anos. Após esse dia, nunca mais nos vimos. Eu só sabia o seu nome e onde estudava na época. Eu nunca o esqueci. Mas era impossível vê-lo, pois naquela época eu não tinha muito contato com a internet e era algo pouco usado ainda?, conta Maria Rita. Já Inêz Farias, percebendo o interesse de Shyko, buscava se aproximar nas oportunidades onde o trabalho os colocava lado a lado. ?Nós nos conhecemos em uma colônia de férias, onde eu era a chefe, e ele, o estagiário. Na época, eu tinha 24 anos, e ele, 28. Nós já nos gostávamos e começamos a nos relacionar, mas terminamos depois de um desentendimento. Pouco tempo depois, fomos ministrar aula na mesma cidade do interior de Pernambuco. A verdade é que eu arrumei o emprego pra ele lá, um motivo pra gente se aproximar e tentar reaver o namoro?, conta Inêz. Enquanto o destino foi, de certa forma, manipulado por Inêz, que buscava criar encontros com o amado, Maria Rita contou com a sorte. ?Sete anos depois, em um show aqui em Maceió, estava com uma amiga e fomos comprar cerveja. No meio do caminho, essa menina parou para conversar com um amigo e fiquei aguardando. O moço estava acompanhado de um homem que, para a minha surpresa, era o João, o menino que eu havia dado meu primeiro beijo e por quem tanto procurava?, revela Maria. * Sob supervisão da editoria de Cidades

Relacionadas